Os 7 melhores lances da história dos videogames online
Para hack on 06.Jul.2011
Isto me levou días fingindo que eu trabalho, assim que se alguém le isto, pelo amor de Deus, respondam algo ainda que seja para xingar os meus pais.
- Número 7: O Eve súper golpe

O universo online consta de uns 350 mil clientes (que pagam cada certo tempo) pilotando naves modificadas entre 7500 sistemas solares. Si nós imaginamos uma renca enorme com laser no espaço talvez pareça algo divertido, mas o pessoal que mora lá, criou toda uma economía de mercado funcional, que depois de tudo é como uma espécie de contabilidade espacial. Talvez a propaganda seja algo assim:

Mas o que eles não dizem é que temos que pagar por esses lasers. Para fazer isso, a maioría do tempo a sua tela sería algo como isto:

Igual que acontece na economía do mundo real, ter beneficios no mundo do EVE Online é mais fácil se você monta uma empresa. Enquanto muitas pessoas passam anos trabalhando juntos para ganhar um beneficio mutuos, outros comportam-se de forma muito mais parecido à como fazem as empresas em um mundo real, ou pelo menos atúam como atuariam as empresas em um mundo onde o assassinato está permitido.
Por exemplo a, Guilding Hand Social Club, mata pessoas para conseguir beneficios e roubar as coisas, obtendo um bonus. Um caso especial, foi a pessoa que contrataram eles para destruir a “Mirial” o CEO da corporação Ubiqua Seraph. Enquanto muitos jogadores do EVE Online moem pedras - literalmente- para ganhar algo de beneficio, os GHSC usam missões para mostrar a todo o mundo o que seriam os dos Ocean's Eleven no universo da Star Wars.
Primeiro, conseguiram trabalhos para empresa objetivo e elaboraram uma vía para ganhar a confiança do cara no ranking da empresa. O assassino chegou a ser o nº 2 de toda a empresa porque pelo jeito os outros pilotos imaginarios não eram tão bons como ele.
Depois de um ano de jogo, esse pessoal trabalharam mais que o Keyser Soze. Esses caras mataram ao Mirial, esvaziaram as contas da empresa e também aos hangares, roubaram tudo o que não foi destruído e depois detonaram tudo, para posteriormente matar ao Mirial, porque o EVE Online está específicamente programado para deixar matar ao pessoal duas vezes: A primeira é quando você ganha toda a experiencia e o valor dos entulhos mas permite ao assassinado escapar em alguma nave. A segunda não vale de nada, só para gritar: Vai se fuder!
Mirial estava em uma especie de nave do apocalypsis, que basicamente no EVE Online é o equivalente da estrela da morte.

Recolheram o cadaver virtual, no vaco e enviaram ele para um cliente que pagou o equivalente a 500$. Pelos items chegaram a tirar outros 16 500$ no saqueio. Muito dos caras que leiam isto vão pensar que os caras aqui são uns geeks, eu acho que esses caras são uns feras, e nunca joguei ao EVE Online.
- Número 6: A praga de sangue infectada no World of Warcraft.

No 2005, a Blizzard agregou um novo chefão cujo feitiço afetava a qualquer jogador que estivesse perto dele. Desde que você chegava perto do chefe, já supunham que você ia morrer de alguma forma ou outra, assim que os programadores não viram nenhum problema em fazer o feitiço contagioso. A única explicação é que os da Blizzard nunca tivessem navegado pela internet, e por isso não conhecíam a regra de transformar as coisas que dizem “Não comparta este vídeo com ninguém porque é horrível” a “Isto é horrível, temos que compartir isso com o maior número de pessoas”. Os jogadores rápidamente começaram a pensar como levar a praga fora da instance à outras partes do mapa e de repente uma pandemia MMORPG nasceu.

A praga era o suficientemente forte como para matar aos jogadores de baixo level, assim que os jogadores de alto level inmediatamente começaram para teleportar ela por todo o mapa o máximo que puderam. Porquê si existe uma coisa que os jogadores de World of Warcraft odeiam mais que às pessoas que não jogam, são as pessoas que sim jogam mas não tanto como eles.

A praga matou aos novos jogadores e aos velhos jogadores; inclusive infectou aos personagens não jogados, os NPC, (já imaginaram o cara que reparte pão em Stormwind?) que obviamente não podem ficar doentes mas atuam como portadores da praga – assim falando com um personagem que dava uma missão de matar 10 lobos - você ficava doente e morría.
Algo que chama a atenção: Em um jogo onde as pessoas podem ser cavalheiros heroicos ou grandes magos, muitos preferem se convertir em terroristas bateriológicos . Uma especie de pequenos talibães portadores de pragas que lutam ativamente contra a Blizzard enquanto se escondem nas montanhas, incubando a praga a pesar das purgas do server e infetândo-se eles mesmos e às próprias mascotes e voltândo a se infectar. Conseguiram fazer que a Blizzard resetease os servers.
Se diz que agora os científicos reais estudam este caso como um exemplo, provávelmente antes de beber até cair desmaiados, sabendo que protejem à uma espécie que tomaría parte no bio-terrorismo para destruír o mundo e só por diversão.
- Número 5: A desaparição do dragão durminte (EVER QUEST)

Se você joga à uma coisa de matar coisas: O que fazer com um dragão gigante que mata coisas e só poder ser acordado depois de matar a 4 dragões mais pequenos e agora está te matando? Se você disser “matar ele” então você vai notar do malvada que é a renca da Sony, que a verdade é que eles nunca reconheceram ser humanos, enquanto estudam essa fauna denominada como “gamers”. Kerafyrm o adormecido era ao Ever-quest o equivalente ao Sauron, se o Sauron dirigisse a Estrela da Morte para ir ao trabalho. Tinha 100 vezes mais vida que qualquer outro chefe, era invulnerável a qualquer dano e com dois ataques que ele podía repetir em qualquer momento, supunham a morte automática de qualquer jogador, e o melhor de tudo, não funcionava bem porque estava programado pela Sony.
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Tiveram que ir as 3 maiores guilds de todo o servidor para matar ao bichinho do inferno, juntando a uma festa de 180 pessoas ali – imagina só a bagunça - que durante mais de três horas estiveram cansando ao dragão. Resucitando às pessoas mais rápido do que o dragão conseguisse mata-los . Lutavam como poetas da guerra, como escoceses e chegaram inclusive a deixar a vida dele em 22% momento no que o chefão desapareceu.

Depois ao día seguinte, os corajosos voltaram alí para ver se o Kerafyrm já voltou, e sim estava. Com uma nota isso sim, dos programadores pedindo desculpas por ter para a luta porque eles temíam que o combate tivesse sido começado de uma forma involuntaria. Claaaaaaaaaaaaaro, combinar 180 doidos em um mesmo lugar, todos perfeitamente agrupados, pertencendo às melhores guilds do jogo foi uma coincidencia. Eu imagino os comentários da involuntária gravidez das mães dos progenitoras dos GM sobre os mesmos.
- Número 4: Boicoteando o funeral de um jogador (World of Warcraft)

Uma irmandade da Horda provou todas as coisas boas que dizem sobre as relações online, fazendo um funeral por um amigo que tinha morto na vida real, e uma irmandade da Aliança -Serenity Now- provou todos o resto quando viram o enterro e massacraram a todos os gambás que estavam alí rezando pelo seu amigo. Como todos os hordas estavam juntos e não contavam com ter uma luta a coisa foi tipo uma Blitzkrieg.
Possívelmente o único motivo pelo que a internet segue existindo é porque não podemos matar a outra pessoa a través da tela do computador, as pessoas familiarizadas com o WoW disseram “Era fácil de esperar isso”. As vítimas estavam fazendo um funeral em um server PvP (jogador contra jogador). As vítimas puderam ter lamentado a perda do amigo em algún lugar diferente desse lugar (na metade do campo de batalha), mas em vez disso, eles choravam por uma tragedia real, pedindo um trato especial. Isto foi o mais perto que a internet esteve da guerra real, e você não ve soldados chorando pelos mortos no meio do campo de batalha.

A verdade, inclusive os soldados mostraríam mais respeito pelos mortos que pelos jogadores do WoW. Sim foi estupido pela parde deles, dizer o lugar e avisar a todo o pessoal que a coisa era pacífica e não estaríam preparados para lutar, sem a confirmação de todas as pessoas do servidor de um “alto o fogo”. Deveríam ter sabido que confiar no respeito mutuo pela internet e como fazer uma armadura de bifes para entrar na caverna do leão.
Mas se os soldados britânicos mantiveram um alto o fogo durante o natal para jogar uma pelada, durante a primeira guerra mundial, é interessante ver como estes caras ignoram os pactos de não agressão em um mundo falso.
- Número 3: O assassinato do inventor dos MMORPGs (Ultima Online)

Richard Garriot inventou aos MMORPG e o sistema de computadores que inventou, também inventou uma forma de mata-lo a ele, tal e como os filmes dos 80 previam. Ultima Online foi o primeiro MMORPG em alcançar 100 000 jogadores, e fixou as bases para um sistema de interação social e economía de jogo e os enormes vandalismos que são capazes de fazer os jogadores.
Os programadores, super inocentes, passaram meses programando linhas de código de aventuras e monstruos só para ver como os jogadores inmediatamente começavam com as pilantragens e tentavam violar as regras do jogo. Se os jogadores online estivessem pelo mundo quando Deus disse “Que se faça a luz” eles teriam chamado à lus bicha , e voltaríam a por o universo na escuridão.

Gangs de alto nível, exterminavam aos novatos enquanto eles chegavam. Era como o parque jurássico dos grandes, excetuando que talvez os velociraptores fossem benvindos porque eles não são capazes de escrever “FAG” em um teclado. Usaram-se truques para duplicar items e falir a economía do jogo, mostrando odio pelos jogadores recém-chegados e um desprezo enorme pela lógica das finanças.

Quando o senhor Garriot visitou o cibermundo de violência e assassinatos que ele tinha criado, foi como o plano do Dr Moreauvian que dava lugar à um resultado muito predezível. A aparição do dono tinha tido muta propaganda e todos os jogadores foram à um lugar em concreto do mapa, colapsando o server e o jogo. Assim que o jogo entrou no modo automático e deshabilitou os centinelas que ele tinha. Quando o Garriot se reconectou, ele esqueceu de ativar o modo invencível, e os jogadores mais velhos deixaram de ve-lo como um ídolo para ve-lo como um pedacinho de bolo. Um cara chamado “Rainz” lançou nele um feitiço chamado campo de foto, que por surpresa matou ao criador do jogo.
Quando o rei ao final morreu, os jogadores reacionaram numa combinação de “gamers onde a morte do rey deles os decepcionou” e “bruxo com altos conhecimentos em demonología”, assim que eles invocaram as hordas de monstruos e massacraram a todo o mundo nos castelos. Sem os guardas, os jogadores podíam voltar a brigar, virando uma grande batalha que acabou com os administradores teleportando a todos os usuario ao espaço onde os jogadores sobreviviam tanto como uma pessoa da idade média no próprio espaço.
- Número 2: Ataque de penes no second Life

Second Life é um mundo completamente virtual que complementa a realidade ajudando as pessoas que não são boas de converssa ou tímidas. Uma das maiores figuras dentro deste mundo é a milhonaria Anshe Chung, que no mundo real é a professora Ailin Graef quem criou a Anshe como o avatar do Second Life, mas como o negocio virtual cresceu tanto, ela tomou o nome de Anshe como real e agora atúa como ela em entrevistas. Ela é básicamente um personagem do William Gibson que escapou à um mundo real (falso)

Em um maravilhoso mail entendido da tecnología, a CNET tentou fazer uma entrevista em directo no momento virtual do Second Life, esquecendo que as audiencias da televisão só tenhem um comportamento correto porque tem segurança estão vigiando, mas o Second Life não dispõe de segurança. Assim que quando a entrevista começou a Anshe foi bombardeada por um exército de penes sem corpo.

- Número 1: A inverção lixo definitva (EVE Online)
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O jogador “Cally” pode-se dizer que ganhou no EVE Online, se bem que o EVE Online seja um jogo online gratuito e sem forma de ganhar. Outros jogadores ganham ISK (o dinheiro do jogo), minando, fazendo missões ou matando uns aos outros. Cally por outro lado inventou algo novo. E funcionou, algo que ninguém podía fazer nada em contra. Por quê enquanto os outros perdedores entraram dentro da economía como trabalhadores honestos, ou como empresas, ele percebeu que podía fazer o mesmo só que como um banco.

Ele passou meses funcionando como o “EVE Intergalatic Bank” (EIB) que oferecía créditos para as corporações e mineiros que estavam começando e que queríam comprar novas ferramentas, com taxas de juros e planos de pago, e sim, efetivamente, ainda estamos falando de um jogo que o pessoal paga para jogar nele umas horas e se divertir.

Esse cara se divertía, disso eu tenho certeza: Ele vivía a fantasía de qualquer diretor de banco na historia, quando um día ele se conectou e pegou todo o dinheiro (uns 790 bilhões de ISK) uns 170 mil dólares no mundo real, e usou para se convertir no vilão mais grande da história dos videogames online . Ele gastou uma grande parte da grana em comprar uma nave superpoderosa de guerra, e outra parte da grana enviando um mensagem desafíando a qualquer um que quisesse mata-lo, e aí ele saiu ao espaço para dar um rolê.

E além do mais, ela fez uma última: Ele subíu um vídeo de 15 minutos dando risada de comof ez isso, e rindo dos empregados que trabalhavam no EIB, dos enemigos que tentaram mata-lo e dos marmanjos que pagavam por um segundo trabalho – básicamente pagando pelo dereito de ter o dinheiro deles roubado. Entedam isto: Cally é mais esperto que qualquer vilão do James Bond, porque ele encontrou uma forma de fazer as coisas e ainda por cima fez um monólogo explicando tudo sem morrer.
Toda esta noticía foi tirada e traduzida da www.cracked.com. A maioría das piadas são deles, menos algumas que não tenhem sentido em português e foram modificadas. Desde aquí agradecemos um montão aos amigos da www.cracked.com
